Quem Somos

2018-2019

Tribo
Dian Fossey
– Dinastia Etna –

Marta Pires . Guia
Mariana Silva . Sub-Guia
Catarina Reis . Animadora
Maria Sousa . Tesoureira e Secretária
Carlota Gerardo . Guarda-Material
Bárbara Carmo . Cozinheira
Rita Galvão . Relações Públicas

Tribo
Edward Grylls
– Dinastia Vesúvio –

Francisco Pinheiro . Guia
Bernardo Almeida . Sub-Guia
Tiago Vera-Cruz . Guarda-Material
Hugo Mestre . Socorrista e Fotógrafo
Diogo Coelho . Relações Públicas
Beatriz Leite . Cozinheira
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Equipa de Animação

Miguel Paes de Faria

Plano de Actividades

2018-2019

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Organização

IVª Secção

– os elementos são denominados Caminheiros e as suas idades entre os 18 e os 22 anos;
• os Caminheiros estão divididos em Tribos de 5 a 8 elementos;
• denomina-se Clã a Unidade formada pelas Tribos de Caminheiros, de 2 a 5 Tribos;
• cada Tribo escolhe para Patrono um Santo da Igreja, Benemérito da Humanidade ou Herói Nacional, cuja vida os Caminheiros devem conhecer e tomar como modelo de acção;
• o patrono da IV Secção é São Paulo;
• o patrono do Clã 58 é Santo António;
• os Caminheiros reúnem no Albergue;
• a actividade típica do Clã é a Caminhada;
• a cor representativa desta secção é o Vermelho;

SPP

Sistema de Progressão Pessoal

“Ser Caminheiro é ser ‘muita coisa’ e ter a humildade de ser ‘quase nada’. É saber que se pode viver num livro de aventuras em cada dia. É saber que a nossa vida é uma estória de ”Era uma vez…”, em que o herói é o Homem-Novo e onde, no final, há sempre o recomeçar de uma nova aventura. É ser artesão de um Mundo Novo, forjando em si mesmo – e nos outros – uma nova mentalidade, aderindo a novos valores para viver o presente, construindo o amanhã. “Ser mais” e não “ter mais”, é o critério das acções e o rumo da caminhada. O caminheiro é peregrino num mundo de instalados, o seu lema é servir e a sua felicidade passa por fazer felizes os outros. Ser caminheiro é, sobretudo, ser feliz!”

Os Caminheiros encontram estas palavras no Diário de Percurso, um manual da maior importância para o seu crescimento no escutismo. Com base no Diário de Percurso, o Agrupamento criou o Complemento do Diário de Percurso, que julgamos ser bastante útil, com vista a uma melhor assimilação do Sistema de Progressão Pessoal. Em baixo, disponibilizamos o Complemento do Diário de Percurso em PDF. O Diário de Percurso, encontra-se disponível no site do CNE.

Complemento do Diário de Percurso

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ADN da Secção

Mística e Simbologia

A Mística dos Caminheiros consiste na busca da vida plena em Cristo, o mesmo é dizer, a vida no Homem Novo.

A descoberta dos dons de Deus, com a progressiva aceitação da Aliança que Ele oferece ao Homem, permite encontrar um novo projecto de vida: a construção da Igreja dá Corpo a esse projecto, e a vida vivida com critérios cristãos, assumida com valores cristãos e alimentada em Cristo, exprime a vida desse mesmo Corpo. É esse o resumo do itinerário espiritual propos¬to pelo conjunto das quatro etapas sequenciais das secções.

Viver em Cristo é a meta de todo o Cristão.

Pelo baptismo, fomos já configurados com Cristo e feitos membros da Igreja mas, enquanto peregrinamos neste mundo terrestre, experimentamos a dialéctica de uma vida no mundo, sem ser do mundo. Isso acarreta dificuldades e exige um esforço de fidelidade ao querer de Deus. A correspondência à vontade divina é um caminho para toda a vida e, o chegar da partida de Caminheiro-presenta apenas o assumir consciente e maduro do rumo a seguir. Não significa, por isso, a conclusão do caminho, nem a inércia da meta alcançada.

Resumimos assim a Mística da quarta Secção:
A vida no Homem Novo: o Caminheiro vive cristãmente em todas as dimensões do seu ser.
O Caminheiro é chamado a viver integralmente em Cristo, o “Homem Novo”, assumindo um lugar activo na construção dos “novos céus e da nova terra”.

Com a ênfase colocada na vida cristã, nas diversas dimensões que compõem o ser humano, pretende-se estimular para a incarnação plena do Evangelho de Jesus Cristo, sem hiatos ou áreas excluí¬das. Tudo o que é próprio do ser humano tem também a ver com o Evangelho e, por isso, toda a vida há-de ser moldada pela Palavra que dá vida e sacia para a eternidade.

É fundamental que a pedagogia da quarta Secção não deixe de dar um contributo novo para a formação dos jovens Caminheiros , pois estes estão ainda num processo educativo, apesar de possuírem já autonomia em diferentes áreas. Da qualidade da pedagogia proposta nesta etapa, depende o bom sucesso de todo o itinerário escutista. No final deste percurso é que pode¬remos perceber qual a mais valia que o escutismo oferece à sociedade e à Igreja.

A simbologia ajuda-nos a entender a identidade do Caminheiro

Vara Bifurcada
Símbolo da necessidade de fazer ou renovar as suas opções, sinal de que o Caminheiro se compromete a aderir ao projecto das Bem-aventuranças.

Mochila
Onde transporta apenas o essencial para a jornada.
Simboliza o seu desprendimento e a sua determinação de ir sempre mais além.

Tenda
Sinal da mobilidade e da sua rapidez de se pôr em marcha.
Na Bíblia a tenda é um sinal da presença de Deus no meio do seu povo.

Pão
Transportado na mochila, alimenta o corpo, dado em partilha e comunhão.

Evangelho
O pão do Espírito, anúncio da Boa Nova de Cristo.

Fogo
Sinal da descida do Espírito Santo.
É o fogo que ilumina e aquece o peregrino durante a sua caminhada.

Oração do Caminheiro

Senhor Jesus,
Que Vos apresentastes aos homens
Como um caminho vivo,
Irradiando a claridade que vem do alto,
Dignai-Vos ser o meu Guia e Companheiro,
Nos caminhos da vida,
Como um dia o Fostes no caminho de Emaús;
Iluminai-me com o Vosso Espírito,
A fim de saber descobrir
O caminho do Vosso melhor serviço;
E que, alimentado com a Eucaristia,
Verdadeiro Pão de todos os Caminheiros,
Apesar das fadigas e das contradições da jornada,
Eu possa caminhar alegremente convosco,
Em direcção ao Pai e aos irmãos.
Ámen.

 

Espaço Clã 58